segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

PRELIMINARES...


Tem coisa melhor que curtir um ao outro sem tabus, sem vergonha, sem pressa e com muito tesão e desejo????
Preliminares...o começo do prazer...


O que acontece entre um homem e uma mulher, do instante em que se veem pela primeira vez até o primeiro orgasmo, pode ser uma história de anos ou décadas ou de apenas cinco minutos. Isso, porém, não quer dizer, necessariamente, que num caso o prazer é melhor que noutro. Depois de décadas, o desejo pode estar diluído e em cinco minutos pode se revelar uma vontade ardente e incontrolável, capaz de realizar um orgasmo inédito.
         Nas preliminares sexuais, o que importa não é o tempo, é a evolução dos fatos. Os sentidos que não dependem de proximidade devem ser os primeiros a provocar a libido. A imagem, a partir da roupa, dos movimentos, a expressão facial revelam ao cérebro a existência de alguém fisicamente próximo ao padrão idealizado por suas expectativas. Essa revelação faz com que a hipófise, a glândula matriz situada no cérebro, retome ou acelere a contratilidade do corpo feminino ou a distratilidade do homem.
         Às vezes, acontece, sim, a retomada. Quando a mulher está se restaurando de uma transa, seu corpo se encontra em expansão. Se quiser outro orgasmo antes de se restabelecer completamente, sua hipófise terá que retomar a contratilidade.
         Não podemos chamar de inversão a retomada da contratilidade, porque, em verdade, não existe um esforço distrátil no corpo feminino em restabelecimento. Ele apenas abandona o esforço contrátil para voltar às suas funções rotineiras. Do mesmo modo, não se verifica um esforço contrátil no corpo masculino em restauração. Nota-se uma força gravitacional preparando as células para um próximo esforço distrátil.
         Nos casos em que o corpo se encontra em suas tarefas rotineiras, a presença de um potencial parceiro faz com que a hipófise acelere a contratilidade regular da mulher. Essa aceleração, entretanto, é relativa à constatação de uma realidade apenas. Ela é perceptível, porém mínima e limitada. As frustrações e desilusões anteriores tratam de impedir a euforia dos batimentos cardíacos.
         O próximo passo fica por conta dos sentidos que dependem de proximidade. Os movimentos dos lábios, o cheiro, o perfume, se coincidem com as expectativas, o hipotálamo libera a hipófise para uma reaceleração, ainda sob controle, claro.
         Depois é a vez dos sentidos que dependem de contato: o tato e a gustação. As mãos, as bocas, línguas e pernas. O tanto e a intensidade com que realizam as fantasias determinam o montante do investimento hormonal. As meninas sempre se lembram dos beijos de que não gostaram. Interromperam e se recusaram, certamente, porque o hipotálamo, diante das contrariedades às suas expectativas, não autorizou à hipófise o fornecimento dos hormônios de maximização da foliculina. O gosto, provavelmente, foi horrível.
         Quando o beijo, no entanto, é melhor do que se esperava (a imaginação está sempre aquém da realidade), a hipófise libera todos os hormônios apropriados ao contato. Nesse momento, a foliculina ainda não está executando toda a contratilidade que lhe é possível, considerando que até então o hipotálamo ainda não permitiu a penetração, a fricção e o gozo.
         A vulva lubrifica-se conforme a perspectiva de penetração. No instante em que se dão os beijos mais envolventes, a vagina pode estar pouco ou muito molhada. Depende do hipotálamo: se já consentiu ou não o ato sexual. Sem o consentimento, estabelece-se um limite à contratilidade. Com a autorização, a contratilidade acelera-se até a penetração se tornar inevitável.
         E quando a introdução do pênis acontece ou está prestes a acontecer, o hipotálamo larga as rédeas da hipófise. Deixa as últimas instruções e abandona o posto para que a glândula matriz use toda a sua potencialidade. Tanto que, durante o orgasmo, naqueles segundos de êxtase, muitos perdem a consciência. Exatamente porque o hipotálamo abre mão de qualquer restrição e se abandona ao prazer. 
         Há algumas observações, porém. A vulva pode ser lubrificada mesmo sem o consentimento do hipotálamo à penetração, se houver a dúvida. O conflito entre o desejo e os limites morais pode atrapalhar as ordens que chegam à hipófise e a mulher se sentir molhada mesmo sem a perspectiva do coito.
         Por outro lado, mesmo com o consentimento e a sequente penetração, às vezes o hipotálamo não deixa a hipófise fazer o seu serviço tranquilamente. O medo de engravidar ou de contrair alguma doença pode inibir algumas potencialidades da glândula mestra.
         É fácil verificar que as liberações hormonais da hipófise obedecem às resoluções do hipotálamo. E que os efeitos dessas liberações hormonais ocorrem conforme as leis elementares da realidade.
         Assim como não é possível colocar um litro de água sobre o fogo e tê-lo fervido instantaneamente, também não é provável que um homem e uma mulher estejam prontos para o orgasmo imediatamente ao encontro, sem a perspectiva ou a expectativa da cópula. Tanto a ereção quanto a lubrificação da vagina requerem desdobramentos anteriores e, quando esses desdobramentos são inadequados ou insuficientes, podem contribuir para uma possível impotência sexual.
         Quanto às mulheres, se são penetradas e friccionadas sem uma lubrificação satisfatória, a ausência de afetos e a indiferença ao seu desejo podem degenerar o desencadeamento do seu processo orgásmico e torná-las frígidas. Sem a lubrificação, não se tem o orgasmo, pois não o é possível sem os seus precedentes. Pode acontecer durante a cópula, a lubrificação, e proporcionar o orgasmo, mas não evita algumas consequências desagradáveis. 
         O parceiro, então, nesse caso, mais parece um estuprador. O que resta a essa mulher senão rejeitar o ato sexual? Não lhe traz ganhos e ainda a desilude quanto ao que esperava do seu parceiro. Se o homem de quem ela gosta lhe causa dor, o que esperar do outros? Mesmo quando a lubrificação não é tão insatisfatória, se for frequentemente abaixo das expectativas, no mínimo diminuirá a intensidade do clímax.
         É bom ressaltar que os melhores orgasmos acontecem quando o hipotálamo não tem a impertinência de qualquer medo. O menor receio, que seja, de que possa doer, faz com que a hipófise tenha alguma ou algumas de suas funções inibidas pelo hipotálamo. É o mesmo que acelerar com o freio de mão puxado: a velocidade não será a que se espera.
         Também é bom esclarecer que o hipotálamo toma as decisões, mas quem as cumpre é a hipófise. Portanto, quando o hipotálamo não está muito certo do que quer ou do que fazer, a hipófise faz o que pode e nem sempre agrada.
         Quanto aos homens, se penetram a vagina sem uma ereção conveniente, tanto a qualidade do esperma quanto a ejaculação e o prazer não são dos melhores. O pior é que nasce e cresce o medo de não conseguir nunca mais uma ereção adequada.
         A rijeza do pênis é uma demonstração da força masculina. O poder de penetrar, de irromper sem o receio de que possa haver alguma resistência. Quando nasce uma dúvida, torna-se real a possibilidade de um dia não conseguir a penetração. Quando? Com quem? Pode ser o começo de uma crise grave. O melhor é caprichar nas preliminares para não acostumar o seu pênis a um serviço mal feito.
         Mais grave será a crise se, por causa de uma ereção insatisfatória, houver a tentativa e não ocorrer a penetração. Às vezes isso acontece quando o marido está forçando uma barra para agradar a esposa. Faz tempo que não comparece com os seus ingredientes, ela está animada e ele, pra não decepcionar, tenta. Pronto. Está armado o circo. Ela vai pensar e dizer que o marido está se gastando com uma amante – e às vezes está mesmo – ou que já não serve mais como parceira sexual.
         O melhor seria começar suas reflexões considerando a possibilidade de o marido estar passando por um período de saciação, de fastio, de satisfação. A exemplo das mulheres que, nos seus dias de cólicas menstruais, não querem nem saber da existência de sexo, não são raros os homens que passam dias ou até semanas sem qualquer manifestação do seu desejo sexual.
         São crises normais que servem para digerir dúvidas, conceitos, padrões, experiências, conclusões. Depois desses períodos, voltam como se fossem adolescentes, com uma nova visão do mundo. Ele terminou com a amante? 
         As melhores preliminares são aquelas nas quais os parceiros procuram realizar os desejos um do outro. Quando fica evidente a reciprocidade e todos os medos estão descartados, a ereção e a lubrificação são excelentes. E as consequências, também. Nasce e cresce a convicção de que, naquele forno, muita lenha ainda há para se queimar.
Queridos estou de volta as postagens...e esse assunto é tudo di bom...
Uma semana maravilhosa para todos...saudades enormes...já estarei indo na casa de cada um dar um cheiro...bjs carinhosos...Mar...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

QUERIDOS...VOLTEIIIIIIIIIII...

Olá meus queridos...retornando de férias e pronta para mais um ano de muitas postagens e muito trabalho e torcendo para que esse ano seja de muita PAZ aqui na Blogosfera...
A partir de hj estarei visitando aqueles que são queridos e especiais d++ para essa loira aqui...
Pude trocar emails e conversar com alguns no Face durante as férias...um bj mais que especial para meu amada e especial amigo/irmão Léo (Cond), para a minha lindona irmã a Kel, para a Nega que minha amiga de muitos anos, para a Mel DP que a mais doce amiga rsrsrsr, para o Everson Russo, para Nane...enfim...para esses queridos que sempre estão comigo mesmo durante as férias...amo vcs viu...
Uma semana maravilhosa para todos...bjs carinhosos...Mar...

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