segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O CASAMENTO ACABA COM O TESÃO...

Essa é uma reportagem que a escritora e Sexóloga Regina Navarro concedeu a Isto É...falou sobre o tesão no casamento...confira:

O casamento acaba com o tesão


Autora de O livro de ouro do sexo, sexóloga detona o casamento nos padrões tradicionais e diz que caminhamos para a androginia e a bissexualidade


No futuro, sexo a três, ou ménage à trois, será tão comum quanto a dois. As pessoas serão andróginas, sem marcações muito definidas entre masculino e feminino e, nesse contexto, a bissexualidade poderá vir a ser a opção preferencial. O casamento com cláusula de exclusividade sexual deixará de existir. Freqüentar clubes de swing ou praticar sexo grupal em casa será corriqueiro. Sai de cena a idéia do amor romântico, no qual a busca pela alma gêmea leva o indivíduo a idealizar o parceiro e, ato contínuo, a frustrar-se com a realidade. Essas são algumas das tendências de mudanças no comportamento sexual que poderão se tornar fenômeno de massa daqui a algumas décadas, segundo a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins. O tema é abordado em O livro de ouro do sexo (Ediouro), que ela lança em parceria com o marido, o roteirista e escritor Flávio Braga, no fim deste mês. Regina tem idéias libertárias e, não raro, provoca polêmica até entre seus próprios colegas. Crítica dos padrões de comportamento oriundos da sociedade patriarcal, Regina costuma dizer, nas palestras que faz pelo Brasil afora, que “o casamento é o lugar onde menos se faz sexo” e que isso vale para os casais homossexuais também. Autora do best seller A cama na varanda, desta vez ela fez um tratado sobre sexo. Fala de Freud e Reich, sobre os grandes movimentos de emancipação, a indústria erótica, as fantasias e, baseada em estudos, pesquisas e “sinais da sociedade”, arrisca um painel para o futuro.




Istoé -
Quais são as tendências sexuais para o futuro? 


Regina Navarro Lins - 


Quando falo de tendências, falo de mudanças que virão não para pequenos grupos, mas para se transformar em fenômeno de massa. Há 40 anos, as meninas se casavam virgens e hoje isso é uma exceção. Estamos falando de mudanças assim, que podem ser predominantes no comportamento das pessoas. Em dois anos de estudos, Flávio e eu chegamos a algumas conclusões. Primeiro, a exclusividade sexual vai acabar. A idéia de que se você ama não tem tesão por mais ninguém é falsa e equivocada. Está dentro das expectativas do amor romântico que idealiza as relações e condiciona o sexo a só ser bom se houver amor. Como a exclusividade nas relações tende a acabar, as pessoas vão aceitar com mais naturalidade que alguém tenha desejo sexual por várias pessoas. A médio prazo, será comum ter vários parceiros.


Istoé -
A sra. quer dizer swing? 


Regina Navarro Lins - 


Não exatamente. Refiro-me a vários parceiros, um de cada vez, mas no mesmo período da vida. É bem possível que se tenha um parceiro predileto para o sexo, outro para viajar, outro para a vida cultural. Vai diminuir o número de pessoas que queiram formar um casal fechado. Há uma nova formação de rede de amigos que está substituindo a família e o casamento. Pessoas solteiras ou divorciadas se unem e se amparam. Quando um está doente, os outros dão apoio. E sexo com amigo também está incluído. Na medida em que os envolvidos não tenham expectativa de relação estável e separem sexo de amor, não tem problema. Essa história de que sexo com amigo deve ser evitado para não acabar com a amizade só é válida se um dos dois quiser namorar firme




Istoé -
O casamento vai acabar? 


Regina Navarro Lins - 


Esse modelo que a gente conhece – duas pessoas sob o mesmo teto, regidas pela exclusividade e com direito a cobranças – tende a diminuir. Claro que sempre vai existir, mas vão predominar relações mais abertas. Primeiro porque o casamento fechado, desse jeito que a gente conhece, é uma tragédia. O casamento é o lugar onde menos se faz sexo. Não tenho dúvidas. O swing, a troca de casais, tudo isso está se tornando corriqueiro, mas o que desponta como mudança de comportamento forte é o sexo a três. Depois de observar essa tendência em consultório, palestras, e-mails, eu lancei a seguinte pergunta no meu site (www.camanarede.com.br): “Você gostaria de fazer sexo a três?” Mais de duas mil pessoas responderam e 80% disseram que sim. Quando 80% dizem que desejariam é porque já está em processo de mudança.




Istoé -
E por que as pessoas preferem três no relacionamento? Como é? Dois homens e uma mulher ou o inverso?

Regina Navarro Lins - 


Acho que, na medida em que há um afrouxamento dos limites, da censura, as pessoas começam a ficar mais livres. Querem experimentar novas sensações. Ménage à trois é uma prática antiga. Esse trio sexual, hoje, é majoritariamente duas mulheres e um homem. Acho que é porque o homem ainda está carregado de valores patriarcais e não admite estar com outro homem nu numa cama. Mas isso também tende a diminuir. Passará a ser natural: sexo a três, swing, sexo grupal, parceiros múltiplos. Tudo isso porque há um outro fenômeno importante em marcha: não tenho dúvida de que caminhamos para a androginia.




Istoé -
Por quê? 


Regina Navarro Lins - 


Primeiro, vamos desfazer aquela imagem do homem pálido que ninguém sabia se era homem ou mulher. Não é isso a que me refiro. É uma pessoa ser mais inteira, ter dentro dela a harmonia entre masculino e feminino sem precisar mutilar ou esconder aspectos de sua personalidade. A marca da androginia é a capacidade de dissolver a divisão entre o que seria ser homem ou ser mulher. As pessoas são o que são. E vamos gostar delas pelas suas características de personalidade, seu jeito de ser, e não por ser deste ou aquele gênero. Nesse sentido, as pessoas vão se abrir para a experimentação sexual também com pessoas do mesmo sexo. A pílula anticoncepcional foi o golpe fatal no sistema patriarcal e tudo começou a se transformar. O homem deixou de controlar a sexualidade e a fecundidade da mulher. Ela passou a ter filho quando quer, se quiser, com quem quiser. Sua sexualidade também se aliou ao prazer. A fronteira entre masculino e feminino começa a se dissolver em outros campos também. Não tem mais nada que interessa somente ao homem ou só à mulher. E isso é fundamental numa sociedade de parceria.


Istoé -
A busca de relacionamento com pessoas do mesmo sexo significa aumento do homossexualismo?

Regina Navarro Lins - 


Não necessariamente. As pessoas transitariam entre os dois sexos com mais liberdade, seriam mais comumente bissexuais. Agora, quero deixar bem claro – senão vão achar que estou louca – que isso não vai acontecer no ano que vem. Não se prevêem com exatidão as grandes mudanças, mas sabe-se que levam algumas décadas. Já estamos no processo, há sinais evidentes disso.


Istoé -
O sexo virtual é fator importante no processo? 


Regina Navarro Lins - 


Na cybercultura, as mudanças são inimagináveis. O sexo virtual que se faz hoje é pouco perto do que a evolução da tecnologia vai proporcionar. O que importa, no sexo, são as sensações, não é? Não importa estar presente; basta que os estímulos sensoriais levem ao prazer.


Istoé -
Tirando a parte do sexo virtual, as outras tendências seriam, na verdade, uma volta à liberdade sexual da Antigüidade, antes do cristianismo?

Regina Navarro Lins - 


Não, porque a liberdade que supostamente havia era ligada aos preceitos patriarcais. As mulheres das orgias de Roma ou Grécia não eram esposas, eram prostitutas, cortesãs. Estamos vendo, pela primeira vez, uma sexualidade em que a mulher tem vez. A mudança de mentalidade é sempre lenta e gradual. As mulheres não só passam a tomar iniciativas como também assumem que gostam de sexo. Hoje, se uma mulher disser que sexo é bom e que não está ligado ao amor, ninguém vai segregá-la. O problema é que essa consciência toda acontece quando se sabe que as pessoas fazem muito pouco sexo.


Istoé -
Pouco sexo ou sexo de pouca qualidade? 


Regina Navarro Lins - 


A quantidade de gente que faz pouco sexo é impressionante. Mulheres principalmente, mas homens também. O homem tem mais facilidade porque pode contratar uma garota de programa. A mulher tem vontade de fazer isso, mas tem medo, muito pela força física. Já ouvi de várias mulheres, em consultório, pesquisas, palestras, que seria ótimo se existisse bordel para as mulheres porque, num lugar desse, elas saberiam que não correriam risco de morte. Outra constatação é que as pessoas, além de fazer pouco sexo, ainda o consideram sem qualidade. Muita gente diz que faz sexo por obrigação, para não perder o(a) parceiro(a).


Istoé -
Isso não aparece nitidamente nas pesquisas. As pessoas mentem? 


Regina Navarro Lins - 


Mentem, e muito, quando o assunto é sexo. Mesmo sem dar o nome, endereço, sem mostrar o rosto, ainda assim, mentem. Acho que é porque ficam constrangidas, se sentem diminuídas. Outra mentira: dizer que a média de relação sexual no casamento é três vezes por semana. Eu não tenho estatística, mas sei que não é verdade. Os períodos de jejum são grandes. Agora, qualquer pessoa com um mínimo de informação já viu pelo menos uma reportagem dizendo que sexo é importante para a saúde, para o bem-estar físico e emocional. Se é verdade que sexo faz esse bem todo, então há um problema de saúde pública porque se faz muito pouco sexo. Esse tema é abordado nos relatórios Kinsey, Hite e também no trabalho de Carmita Abdo sobre o comportamento sexual no Brasil. E isso não é exclusivo da relação heterossexual. O mesmo acontece com casais homossexuais, que costumam reproduzir as relações heterossexuais no pacto de exclusividade e também na perda de tesão.


Istoé -
Então, é o casamento que acaba com o tesão? 


Regina Navarro Lins - 


Acaba porque o casamento se presta a uma dependência emocional entre os dois. O casamento é terreno propício para a simbiose, a fusão. A idéia de encontrar a alma gêmea, alguém que complete, isso faz com que as pessoas busquem e inventem parceiros, idealizem e criem dependência. Mas o principal fator para a perda de tesão é a certeza da exclusividade. Saber que o outro depende de você e não vai fazer nada para não perdê-lo faz com que as pessoas não conquistem, não tentem seduzir.


Istoé -
E como ficará o ciúme?


Regina Navarro Lins - 


O ciúme é um condicionamento. Aprendemos a ser ciumentos. A criança tem ciúme da mãe porque, se a mãe sumir, ela morre. É necessário fazer um trabalho intenso dentro da gente para controlar o ciúme. Mas é cultural também: se você é criado para encontrar alguém que o complete, quando encontrar, terá pavor de perdê-lo. O ciúme pode ser visto como algo aprendido.


Istoé -
A sra. consegue viver dentro desses parâmetros? 


Regina Navarro Lins - 


Não estou dizendo que isso é fácil, que eu tiro de letra. Não é. Mas eu acho que a gente tem de se esforçar para conseguir. Será muito mais fácil para as gerações futuras, que vão nascer com a mentalidade mudada. Eu acredito em tudo o que falo. Mas não nasci em Marte, também recebi todos esses condicionamentos culturais e preciso lutar para mudar. Não há outra saída. Há muito tempo, por exemplo, não aplico as palavras traição e fidelidade em questões sexuais.


Istoé -
Por quê? 


Regina Navarro Lins - 


Acho que empregamos mal essas palavras quando falamos em sexo. Por que é considerado traição quando uma pessoa está casada e tem uma relação extraconjugal? Isso acontece quando se fecha um pacto com aquela pessoa do tipo: você é só meu, não vai olhar para ninguém, não vai sentir atração por ninguém, pense só em mim. Traição é seriíssimo, é grave. É trair uma amizade, um sentimento, é enganar, mentir, roubar, fingir que gosta e detestar a pessoa. Infidelidade é grave quando se refere a sentimentos. Agora, ter uma relação extra não é traição. Tem de mudar essa mentalidade.


Bom queridos...conto com a opinião de todos...esse espaço é feito justamente para isso...então vamos debater o assunto...
Uma semana maravilhosa para todos nós...bjs carinhosos...Mar...




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A FELICIDADE DO OUTRO TE INCOMODA?????

"O homem que diz não ter nascido feliz, podia ao menos vir a sê-lo mediante a felicidade dos amigos e parentes. A inveja priva-o deste ultimo recurso."
Hj quero apenas compartilhar essa frase...para bons entendedores não se faz necessário nada além disso...
Apresento a vcs as novas instalações do Espaço da Sedução...aos AMIGOS...fica ao convite para aparecer para tomar um chá ou um café comigo...bjs carinhosos...Mar

terça-feira, 8 de novembro de 2011

FANTASIAS FEMININAS...

Vc está achando que as mulheres não sabem nada de fantasias sexuais ou não tem pensamentos sujos sobre o sexo, está enganado.
As mulheres são especialistas quando se trata de sonhar e ter fantasias, e muitas delas não se limitam em seus pensamentos.
As melhores fantasias sexuais das mulheres vão de fetiches a ménage a trois, e você se surpreenderá ao saber que muitas mulheres querem fazer mais do que apenas fantasiar. 


Algumas mulheres passam muito tempo esperando que seus homens a ajudem a colocar suas fantasias em prática, mas a falta de diálogo não lhes permite que a mulher fale de suas fantasias e o homem não pergunta se ela tem uma. 
Provavelmente sua esposa ou namorada tem uma das fantasias abaixo citadas.


A maioria das mulheres não teria coragem de fazer um striptease num ambiente público, mas esta é uma fantasia presente na maioria das cabeças femininas. Toda mulher adora a idéia de sentir-se uma Demi Moore no filme Striptease, então experimente pedir a ela que te provoque com uma dancinha privada. Se você tiver uma ereção, certamente estará dizendo que ela está no controle. Uma combinação potente, sensualidade e ereção. Para maior diversão peça a ela que coloque a camisinha com a boca, outra é usar a fantasia dela com alguma fantasia sua. Conversem primeiro e desfrutem a noite.


Toda mulher adora o exibicionismo, muitos casais já optaram por fazer vídeos pornôs para ter de recordação. As mulheres geralmente não sabem lidar com esta fantasia, medo e tabu consomem esta decisão. Infelizmente muitas mulheres são muito conscientes, pensam demais, e deixam de experimentar tais experiências. 


Fantasias mais ousadas, em rigor, estão nas cabeças das mulheres. Alguns psicólogos acreditam que estas fantasias são sujas para as mulheres, o sexo selvagem é desejado, mas oprimido. Estas fantasias normalmente envolvem um homem lindo carregando a mulher para seu quarto e rapidamente a agarra e começa a transar com ela. Ela protesta, ele tira ou rasga a roupa dela e habilmente a excita.


Se você acha que as mulheres não gostam de assistir outras pessoas tendo reações sexuais, está enganado. As mulheres gostam do que os homens gostam, mas não têm coragem de comunicar seus desejos por tabu. Ela pode fantasiar por alguém espiando pela janela do quarto. 


Fantasiar com um ménage com dois homens está no sonho das mulheres, dois homens lindos e héteros cultuando a mulher e satisfazendo seus desejos mais selvagens deixam qualquer mulher completamente excitada. Sua fantasia sexual pode ser tão inocente como sendo penetrada por um homem ao mesmo tempo fazendo sexo oral no outro, ou pode até ir mais longe. 


Agora podemos falar de um ménage com duas mulheres e seu homem, esta fantasia, na maioria das vezes, não envolve o homem em primeiro plano, geralmente elas trocam carícias entre elas, a mulher não quer ver o seu homem tocando outra mulher na primeira transa ménage. Muitas mulheres sabem que esta fantasia é a do homem também.


Uma das fantasias femininas é transar com um estranho, algo que a maioria gostaria de experimentar, mas a maioria é dissuadida graças a uma elevada carga de culpa. No entanto, a libido de uma mulher fica despida com a idéia de um homem forte e lindo aproximar-se dela em um bar escuro e levá-la ao quarto para uma noite maravilhosa de sexo selvagem. 


A febre do advento metrossexual é responsável por esta fantasia. As mulheres independentes preferem realmente verdadeiros homens que não têm medo de abraçar sua testosterona. Esta mulher sonha com você deitando-a, abrindo suas coxas, pegando seu joelho. Ela quer sentir seus dedos entrelaçados nos seus cabelos, puxando com tesão e puxando para trás para terminar com aquele beijo inesquecível. Ela quer sentir uma mordida nos ombros e nas costas, ela quer ser possuída. Este cenário de ganha-ganha onde a fantasia e o sexo a permitem desfrutar plenamente de sua feminilidade, ao mesmo tempo em que defendem os méritos do feminismo.


As mulheres amam um homem grande e forte que pode carregá-la, mas você pode se surpreender ao saber que uma das fantasias sexuais femininas é ter seu homem pedindo a liberação no quarto. Ela quer o controle e dedicação do seu homem a idolatrando.
O que você está esperando para realizar a fantasia da sua mulher?
Olá meus queridos...como é bom poder voltar a postar nos meus blogs...nossa quanto tempo...mas agora estou voltando...
Queridos creio que todos sabem o motivo da minha ausência...passei por um período de mudanças na minha empresa...e isso exigiu dedicação total...o Espaço da Sedução mudou para uma casa ampla, com estacionamento para suas clientes, um lugar aonde consegui concentrar todas as atividades como os cursos, palestras, Workshops, consultório, loja, Consultoria...e tudo isso demorou algum tempo para ser organizado...agora já estou bem instalada e faltando apenas alguns detalhes para ficar tudo como planejei...
Já estamos atendendo no novo local...e é claro que convido a todos para me visitarem e ir conhecer o Espaço da Sedução.
Estarei visitando vcs aos poucos...saudades enormes de todos....
Uma ótima semana para todos nós...espero que apreciem a matéria...bjs carinhosos...Mar....

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